Câncer de pele não-melanoma

Câncer de Pele Não-Melanoma: Atenção aos sintomas

O câncer de pele não-melanoma é o câncer mais frequente no Brasil, correspondendo de 25% a 30% do quadro geral de tumores malignos registrados. Felizmente o seu percentual de cura é alto, quando tratado no início.

Seu diagnóstico mais comum se dá em pessoas acima dos 40 anos de idade. Em crianças e negros o índice é tão baixo que pode ser considerado raro. O mais comum é o carcinoma, tendo 70% dos diagnósticos no pais, com maiores diagnósticos em homens.

Fatores de risco

Os fatores de riscos são muitos, entre eles podemos destacar a exposição a raios ultravioletas do sol, por isso a grande exigência de proteção solar no maior órgão do corpo humano, que é a pele. Pessoas que trabalham expostas aos raios UV possuem uma maior vulnerabilidade para o câncer de pele não-melanoma.

Podemos destacar também a exposição às radiações e agentes químicos, que é mais comum em homens com mais de 40 anos. Porém a negligencia dos jovens às exposições solares aumentam o número de diagnóstico em pacientes mais novos.

Sintomas

Muito fácil de ser confundido, os sintomas do câncer de mele não-melanoma é o surgimento de pintas, eczemas ou outras lesões que aos olhos de leigos, podem não ser nada.

Conhecer suas manchas e pintas é um método para monitorar a saúde de sua pele, porém outros fatores devem ser levados em consideração, como:
– Feridas que não se curam;
– Pintas que mudam a coloração, textura, tamanho e irregularidades;
– Lesões na pele com aparência duvidosa.
– Nódulos.

Diagnóstico

O diagnóstico é espelhado na regra ABCDE, que analisa cinco fatores. Veja eles quais são:

Assimetria:
Assimétrico: maligno
Simétrico: benigno

Borda:
Borda irregular: maligno
Borda regular: benigno

Cor:
Dois tons ou mais: maligno
Tom único: benigno

Dimensão:
Superior a 6 mm: provavelmente maligno
Inferior a 6 mm: provavelmente benigno

Evolução:
Cresce e muda de cor: provavelmente maligno
Não cresce nem muda de cor: provavelmente benigno

Lembrando que apenas por meio de exames analisados por um profissional da área e após o resultado da biópsia é que pode ser declarada a presença de câncer de mele não-melanoma. A biópsia, por método cirúrgico, avalia uma amostra do tecido duvidoso e a partir dessa análise, pode ser obtido um resultado mais profundo sobre o câncer.

Além disso, quando diagnosticado no início as chances de tratamento são altas e vale ressaltar a importância da proteção na pele à exposição dos raios UV como método de prevenção ao câncer de pele não-melanoma.

Fontes: Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

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