Enfisema Pulmonar

Enfisema Pulmonar
Enfisema Pulmonar

O Enfisema Pulmonar é uma das formas clínicas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), característico por ser progressivo e se tornar incapacitante para o paciente. Ocorre quando os alvéolos – estruturas pelas quais o oxigênio passa antes de ir para o sangue – se rompem e formam bolhas. Caso não seja diagnosticado e tratado corretamente, pode evoluir para uma situação terminal e, consequentemente, para a necessidade de transplante de pulmões.

A DPOC é uma inflamação crônica que causa limitação ao fluxo aéreo. Nela, estão inclusos tanto o Enfisema quanto a Bronquite Crônica, e é comum que o paciente tenha os dois ao mesmo tempo, mas pode ser que tenha apenas um. Em outras palavras, depende do caso.

Estimativas apontam que cerca de 10% da população adulta sofre com a DPOC. Atualmente, é a 4ª causa de mortes no Brasil e no mundo. Porém, a OMS publicou projeções nas quais, infelizmente, a DPOC poderá subir para a 3ª posição em 2030.

Causas e fatores de risco

A principal causa do Enfisema Pulmonar é o tabagismo. Outros fatores de risco incluem a genética e a exposição a poluição, a produtos químicos e combustíveis como carvão e lenha. O problema geralmente se manifesta em pessoas acima de 40 anos, sobretudo fumantes e ex-fumantes.

Prevenção

Por isso, a melhor forma de se prevenir é evitar o tabagismo. Além disso, é importante ter hábitos saudáveis, tais como manter uma boa dieta, praticar exercícios físicos e se proteger da exposição a substâncias tóxicas.

Sintomas

Muitas pessoas subestimam a importância dos sintomas da doença e não procuram um médico. Por isso, é necessário ficar atento. Os sintomas mais comuns são: tosse com catarro, falta de ar e, por isso, dificuldade de realizar atividades físicas. A falta de ar pode ser leve ou intensa e é uma das maiores queixas, pois dificulta a rotina, uma vez que atrapalha movimentos cotidianos, como trocar de roupa, caminhar, comer e tomar banho.

Diagnóstico

O Enfisema Pulmonar não tem cura, mas tem tratamento e, portanto, o diagnóstico precoce é fundamental. Na consulta, o médico fará uma avaliação clínica e analisará os resultados de exames como Raio-X e/ou Tomografia Computadorizada (que oferece grande capacidade de visualização de alterações nos pulmões). A partir disso, ele recomendará a melhor forma de tratar o problema para que o paciente possa continuar a viver com qualidade.

Fontes: Jornal Brasileiro de Pneumologia, Portal Brasil do Governo Federal, Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro e Associação Brasileira de Psiquiatria.
Voltar