Fibromialgia

Mais comuns em mulheres jovens, a Fibromialgia, ou simplesmente “Fibro”, afeta cerca de 3% da população brasileira de acordo com cálculos da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

Síndrome silenciosa, a Fibromialgia causa fortes dores em diversas partes do corpo e, em muitos casos, vêm acompanhada de fadiga, distúrbios do sono e episódios depressivos.

Fatores de risco

Apesar de as causas da fibromialgia ainda serem desconhecidas, existem alguns fatores de risco que são apontados pelos médicos, a partir de relatos de pacientes. Por exemplo, boa parte dos casos são gerados por um forte trauma emocional ou físico, como um acidente de carro.

Pessoas com doenças autoimunes também são mais propensas. Assim como quem passa por alterações hormonais ou sofre com alguma infecção, como uma gripe. Além disso, a síndrome também está diretamente ligada à depressão e pode ser adquirida geneticamente.

Sintomas

O principal sintoma da fibromialgia são as dores sentidas por todo o corpo. Elas normalmente são causadas por uma alta sensibilidade nas articulações, tendões e músculos. Além disso, também é comum que o paciente sinta fadiga, cansaço diurno, tenha mudanças no humor e o sono prejudicado. Esse último, inclusive, pode ser causado por episódios de apneia ou insônia.

Outros sintomas que podem ser percebidos são alterações na memória, depressão, problemas cognitivos, síndrome do intestino irritável e, em alguns casos, o paciente também pode ter alterações na cor dos pés e mãos durante uma situação de estresse, por exemplo.

Diagnóstico

O primeiro indício de que o enfermo deve procurar um médico é quando sente uma dor forte e persistente. Durante a consulta com um especialista, de preferência um reumatologista, será feito um exame clínico. E é a partir dele, com a anamnese e o exame físico, que é possível identificar a fibromialgia. Especialmente quando o paciente sentir dor em 11 de 18 pontos musculares pré-determinados.

Os exames laboratoriais não detectam a doença, mas são usados para descartar outras possibilidades, como problemas reumáticos e distúrbios do sono.

Fontes: Hospital Sírio-Libanês, Fibromialgia.com, Hospital Nove de Julho, Governo do Brasil e Unifesp.

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